“Quando a gente descobre algumas verdades, parece que todo o resto foi mentira.”
Tati Bernardi   

“Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem. Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela… Um dia nós percebemos que as mulheres têm instinto “caçador” e fazem qualquer homem sofrer. Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável. Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples. Um dia percebemos que o comum não nos atrai. Um dia saberemos que ser classificado como “bonzinho” não é bom. Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você. Um dia saberemos a importância da frase: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas…” Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso. Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais. Enfim, um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer o que tem de ser dito. O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras. Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.”
Mário Quintana.  

“Ela gosta de música, dias bonitos, cachorros, brisa do mar, sol, frio, sentir o vento dançando nos cabelos, rir até a barriga doer, falar besteira, desenvolver “teorias” malucas, filmes, viajar, chocolate, arte, você…”
Clarissa Corrêa

“Dizem que quando o eu te amo é muito dito ele não vira mais um eu te amo, passa a ser um bom dia ou um oi, tudo bem? Isso me preocupou, logo que eu soube, porque a gente diz muito e sempre. Eu te amo, eu te amo, eu te amo. É que amores grandes assim não cabem dentro do peito, precisam de espaço. Saem pela boca, dedos, olhos. E quer saber? Quem diz isso não deve amar assim não. Porque quando a gente ama não se guarda.”
Clarissa Corrêa.  

“Agir, segundo a minha vontade, segundo aquilo que eu julgo certo, que se danem os outros, afinal quem vai viver o momento sou eu! E dai se eu acordar arrependida? Pelo menos não terei dormido na vontade! E se eu errar? Ah, arquiva aí como experiência.”
Tati Bernardi